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Onde me perco nas fantasias que me assolam a mente....

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18 de abril de 2009


Quero o teu toque em mim...
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Porque me apeteces!
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14 de abril de 2009

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"Ambos estavam na expectativa, claro, ou não fosse o primeiro encontro.
A empatia foi imediata, e Sofia pressentiu o que iria acontecer. Ele bebia o seu café sem nunca tirar os olhos dela.
Trocaram sorrisos, e o primeiro toque que sentiram foi quando ele lhe deu a mão.

Sofia olha em volta e sorriu, pois percebeu agora o porquê dele ter marcado o encontro ali. A poucos metros encontrava-se um hotel.
Durante muitos dias, muitas horas a conversarem, muitas coisas foram ditas. Que no dia em que se encontrassem, uma vez que já se conheciam tão bem, o mais era que algo especial pudesse acontecer.
Ela toma coragem e pergunta, pensado que ele poderia ficar surpreendido:
- E então Luís, sempre queres fazer amor comigo?
- Não penso em outra coisa Sofia. Se já te desejava, agora desejo-te muito mais. Fosses como fosses, nunca me preocupou. Desejava-te por aquilo que me fazias sentir.
Sofia sorri mais uma vez e acaricia-lhe a face.
- Para quê perder mais tempo se o que queremos está...tão perto? - diz ele.
- Não penses que vou recusar Luís, pois a pessoa que era atrás do pc, é a mesma que aqui está. E se te disse vezes sem conta que te desejava...desejo-te sim. Anda, vamos. Mal entraram no quarto, deu-se início à luta das roupas...
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Beijos loucos, mãos inquietas deram lugar à vontade dos dois.
Sofia literalmente empurra Luís para cima da cama, tira-lhe as calças e ele apenas a observa...
Toca-lhe no sexo e sorri, pois já estava pronto para ser oferecido...
Sofia não perde tempo e beija-o. Com a mão acaricia todo o membro com doçura e sente que Luís apenas deixa cair a cabeça e fecha os olhos. Com sofreguidão suga-o. Luís suspira...!
- Eu avisei-te que o fazia...! - diz Sofia.
- Eu...eu...sei....! Continua...!
Ela estava a adorar o sabor dele. Estava a ficar excitada com os gemidos dele, e enquanto o saboreava começou por se tocar também. Excitado até mais não, Luís diz:
- Anda cá, deixa-me conhecer o teu sabor!
Era delicioso ver os dois, pois parecia que já conheciam o corpo um do outro de muitos e muitos encontros.
Sofia deita-se e abre as pernas.
- Que loucura!!! - diz Luís.
Sem perder tempo beija o sexo dela que já estava totalmente pronto para ele. Mordiscou-lhe o clitóris ao que ela diz "chupa-o", e ele assim o fez. Ao mesmo tempo que o fazia, coloca-lhe um dedo dentro do sexo. Sofia delira...
- Gostas Sofia?
Ela apenas acena com a cabeça e agarra a dele com força. Luís decide então penetrá-la com a língua e imediatamente ela tem um orgasmo, que ele o sentiu e saboreou...
- És linda...desejo-te!
Sobe um pouco e beija-lhe os seios. Que seios! Trocam beijos loucos, murmuram, gemem, quando ela diz:
- Entra em mim Luís...agora!
Sem nunca se deixarem de olhar, Luís entra nela carinhosamente. Sorriem. Abraçam-se.


Numa entrega total, os corpos deles fundiram-se num só...

Por vezes ele aumentava o ritmo e ela delirava.
- Eu sabia que iria ser assim. Só poderia ser assim... - diz Sofia meio rouca.
- Eu sabia o mesmo...
Ele continuava a entrar nela, e ela só dizia "mais fundo, toca-me bem no fundo", e ele ficava totalmente doido com estas palavras. Por momentos davam as mãos que apertavam quando as bocas se encontravam. Sorriam constantemente e falavam, o que era algo fantástico para eles.
- Quantas vezes quando eu falava contigo sonhei com este momento....- diz ele num suspiro, sem nunca sair de dentro dela.
Era o momento deles, o momento que tanto esperaram. Podia estar a chover, podia ser noite ou dia, que nada importava. Estavam finalmente juntos.
Sofia diz-lhe...
- Deixa-me ter-te noutra posição!
Vira-se e diz:
- Anda, vem para dentro de mim de novo!
Ele estava totalmente louco de desejo, e sem perder um minuto que fosse, agarrou-a a tomou-a tal como ela queria.- Quero-te!!!!! Não pares!!!!- diz ela.
- Como posso parar Sofia, se estou contigo a dar-te tanto prazer, e tu a mim?
- Anda, dá-me!!!!
- Adoro ter-te assim. Adoro.
Sofia gemia de tanto prazer. As pernas tremiam, mordia os lábios, estava a chegar ao orgasmo de novo...
- Luís, vem comigo e em mim, não saias de mim!
- Nunca... - e ao dizer tal palavra, um vulcão entrou em erupção nos corpos deles...
Um orgasmo brutal foi sentido pelos dois. Ficam sem palavras durante uns segundos...ela vira-se de novo para ele e diz com um sorriso:
- Sabes que eu te adoro?
Luís abraça-a, sorri, e rouco diz:
- Sei, e tu também o sabes.
Ficaram ali deitados a conversar e sempre a trocar carícias. Sorrisos, abraços...até que acabaram por adormecer nos braços um do outro.
Eles sabiam que seria assim..."
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8 de abril de 2009

Satisfaz as minhas fantasias, sacia esta minha vontade de ti...
Quero envolver-me nos teus jogos, quero partilhar este fogo contigo...
Não te peço muito...
Basta pensar-te, sabias? Basta pensar-te e todo o meu corpo treme...
Treme de desejo, treme de querer, treme de vontade de te ter em mim, sentir-te, beijar-te, explorar-te...
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Tenho tanta vontade de ti...
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......Apeteces-me!
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...............Muito....

31 de março de 2009

Tenho vontade que sejas a minha sobremesa....

29 de março de 2009

Nos meus pensamentos....
Quero entrar nos teus jogos lascívos.
Ser cobaia das tuas loucuras, saciar os teus limites.
Quero chegar ao ponto de dizer "não pode existir mais do que isto, não é possível".
Quero quebrar preconceitos, todos os tabus, todas as barreiras
Na entrega de dois corpos jamais podem existir
Quero gritar, gemer, sussurrar por mais quando me tomares
Quero implorar que me acaricies o sexo até à exaustão, que sorvas tudo de mim, que me penetres loucamente.
Quero que a tua boca tome o meu peito e que o beijes, o mordisques, o comas!
Estarei a querer muito? Serão devaneios meus?
Não quero saber! Não estou preocupada em saber!
Apenas tenho uma certeza. Não quero que sejam apenas pensamentos....
QUERO!

27 de março de 2009

Existem momentos na nossa vida que jamais se esquecem...
Hoje ao escrever o final da história recordei alguns...
Não posso sequer dar-lhe o nome de saudade, porque não é saudade que tenho...
Mas fez-me sorrir por todas as loucuras cometidas! Nem uma sequer me arrependo. Aliás, por norma não me arrependo do que faço...arrependo-me sim daquilo que não faço.
Sorrio pelo que senti, pelo que fiz sentir, pelo momento, principalmente.
Vivo o momento!
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.Praia - Parte V e Última
(ele)

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Levanto-me juntamente com ela, abraço-a energicamente, apalpo-lhe as ancas com pujança, beijámo-nos intensamente, e deitámo-nos novamente com ela por cima. Digo-lhe “come-me tu!” ao que ela responde sentando-se gradualmente em mim consoante cada vez mais os dois se iam metamorfoseando em um só.
Esta posição dava-me um especial prazer pois permitia-me vê-la, acariciar-lhe os seios, o ventre, as ancas e observar todo o prazer que ela ia sentindo e que se expressava claramente através da face e do vibrar de todo o seu corpo.
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Ao ritmo que a Maria impunha, eu ia entrando nela, devagar, docemente e com visível e partilhado deleite. Agarrava-lhe nas nádegas de forma enérgica e irresistivelmente impunha alguma cadência de modo a que o partilhado e comum prazer fosse síncrono.
É então que eu me sento, mantendo-se ela sentada, olhos nos olhos, beijos frenéticos no pescoço, nas orelhas e saboreio novamente os seus seios apreciando a rigidez dos mamilos. Segredo-lhe “Adoro comer-te!” ao que ela me responde “Também eu!”, o que a deixou ainda mais excitada.
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Ela movimentava-se e impunha um compasso que eu acompanhava com prazer acrescido. Diz-me “Agora, penetra-me tu totalmente!”.
Agarro-a pelas costas, deito-a sobre a toalha e delicio-me com a sua total e absoluta entrega. Agora, eu e ela éramos um e um só… gemidos, regozijo, palavras soltas várias, prazer…Começo a sentir os seus espasmos resultantes do clímax alcançado e é então que também eu atinjo igual ponto máximo do prazer.
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Mantivemo-nos unidos durante uma imensidão de tempo até que ouvimos o latido do cachorro que nos fez voltar à realidade. Era altura de voltar-mos…
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Trocamos contactos na esperança de que um de nós, um dia algures, voltasse a contactar o outro ainda que sem data ou prazo definido.
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(ela)
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Após mais uma intensa troca de beijos, ele apalpa-me as ancas com uma ânsia destemida, e deita-se novamente, ficando novamente eu por cima.
Percebi que essa posição lhe agradava bastante, não só pela maneira como ele me disse "come-me tu!", como a maneira como ele olhava para mim, acariciava-me os seios, tocava-me no ventre, e principalmente por estarmos em sintonia quando nos estávamos a fundir num só, à medida que eu me ía sentando gradualmente em cima dele...
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Todo o meu corpo vibrava...
Lentamente vou dando um certo ritmo aos movimentos, e só o facto de o sentir a entrar em mim docemente estava a deixar-me totalmente doida. Ele percebeu isso perfeitamente pelas palavras soltas e loucas que eu ía dizendo. Algumas vezes era ele que impunha o ritmo, e eu por vezes deixava-me cair sobre ele para o beijar, pois este homem estava a deixar-me totalmente fora de mim.

Ele então senta-se sem nunca sair de mim. Abraçados, beijos transloucados, olhares profundos e palavras mudas, criavam o momento. Segreda-me "adoro comer-te". Vibrei!!!! Sem hesitar um segundo respondo-lhe "Também eu!!!"
Nada mais me importava, nada mais me interessava sem ser o estar ali, com ele.

Decidida digo-lhe "Agora penetra-me tu totalmente". Adorei o sorriso dele. Adorei a atitude dele. Agarra-me pelas costas...deita-me sobre a toalha e contemplou a minha total entrega.

De forma calma sinto-o a entrar em mim. Ouço-o a gemer tal como eu, e digo-lhe "toca-me bem fundo" a que ele correspondeu. Éramos um só. O ritmo que até ali estava calmo, começa a ser acelarado à medida que os corpos se íam entregando cada vez mais. Não dava para travar tal prazer. Ondas de calor corriam os corpos, beijos molhados trocados, até que chega a uma acelaração em que o abraço de uma maneira tão forte que ele sentiu perfeitamente que eu tinha chegado ao orgasmo. Não se fez rogado e praticamente ao mesmo tempo sinto que ele também o atingiu. Loucura perfeita! Loucura fantástica.

Ficámos ali até perder a noção do tempo. Sempre abraçados e a trocar mimos. Sem palavras. Ouvimos ao longe o ladrar do cão...o que fez com que voltássemos à realidade. Olhámos profundamente nos olhos um do outro, mais um beijo com a sensação de despedida. No entanto, quando trocámos os nossos contactos ele sorriu e disse "Afinal o teu nome não é Maria", e eu respondi "Não, não é". "Então porque disseste que eras?" "Porque te disse que se acertasses no nome eu te deixava beijar-me. Da maneira como eu já te queria, qualquer nome que dissesses, eu aceitava". Ele sorriu...! "E como te chamas, afinal?" "Lembra-te de mim como Maria...". Ficou no ar a esperança e a certeza que um dia...ali, noutro lugar...algures, nos voltaríamos a encontrar...

Eu sabia que sim...e ele também!